Confira os tipos de exames e tratamentos comuns para a área da saúde

Nos últimos anos, o Brasil, assim como muitos outros países do mundo, tem notado um aumento da expectativa de vida da população e uma queda na mortalidade infantil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2017, o brasileiro viveu, em média, 76 anos, frente a 75,8 em 2018. Já a probabilidade de morte no primeiro ano de vida ficou em 12,8 a cada mil nascidos vivos no ano passado, frente a 13,3 no ano de 2016.

Por mais que essa melhora nos índices seja fruto de uma série de fatores, um deles se destaca: os avanços na medicina.

As descobertas, que facilitam a busca por novos tratamentos e métodos de diagnóstico, ajudam as pessoas a viverem mais e melhor.

Apesar disso, nem todas as pessoas sabem quais são os procedimentos médicos que estão à sua disposição, seja para descobrir o mal que as afeta ou para tratá-lo. É algo compreensível, frente aos avanços constantes da área.

Quer aprender mais sobre isso? Então continue lendo e confira algumas informações importantes a respeito dos procedimentos médicos disponíveis na atualidade:

  1. Tomografia

Na medicina, não resta dúvida de que ouvir o paciente e analisar os sintomas relatados por ele é de suma importância. Apesar disso, muitas vezes também é preciso que o médico peça alguns exames complementares, como os de imagem: como o seu próprio nome diz, eles permitem que o profissional visualize o que se passa no interior do organismo do paciente.

Entre todos os procedimentos do tipo, a tomografia é considerada um dos mais detalhados. O motivo por trás disso é o fato de que ele usa raios X para gerar imagens de altíssima qualidade, permitindo a identificação até mesmo de pequenas lesões.

Além disso, no caso da tomografia abdome e pelve com contraste é injetado um composto no organismo do paciente que permite a visualização de sua circulação sanguínea, de modo a identificar problemas vasculares com mais facilidade.

Vale ressaltar que, para que o procedimento seja bem sucedido, é fundamental que o paciente fique imóvel enquanto ele durar.

Como isso pode ser difícil em algumas situações, como no caso de crianças, é possível optar pela tomografia com sedação. Como o indivíduo recebe um medicamento que o faz adormecer, os resultados costumam ser melhores.

  1. Avaliação neuropsicológica

Apesar dos avanços na medicina, alguns males ainda podem causar sérias sequelas aos pacientes, comprometendo sua capacidade de se movimentar e de realizar atividades cotidianas. Entre essas doenças, estão:

  • Acidente vascular cerebral (AVC);

  • Lesões da coluna;

  • Doença de Parkinson;

  • Esclerose múltipla.

Para saber qual é o tipo de assistência que o paciente vai precisar, é preciso verificar o seu nível de limitação física e mental.

Para tal, realiza-se a avaliação neuropsicológica cognitiva: como o seu próprio nome diz, trata-se de um procedimento no qual um profissional qualificado verifica o grau do comprometimento cognitivo de determinado paciente. Da mesma forma, esse procedimento também pode ajudar com o processo de diagnóstico.

  1. Terapia ocupacional

Por mais que uma pessoa tenha suas habilidades motoras comprometidas por uma doença, a medicina atual permite que elas sejam recuperadas, ao menos em parte.

Para que isso aconteça, o paciente deve se submeter à terapia ocupacional: como o seu próprio nome diz, esse é um tratamento que permite ao indivíduo sua recuperação para determinadas ocupações, seja ela uma profissão ou atividades cotidianas, como trocar de roupa e escovar os dentes.

Vale ressaltar que, apesar do senso comum, essa técnica não é usada apenas com idosos: até mesmo bebês com alguma dificuldade de desenvolvimento podem se aproveitar dela. Ainda assim, é importante sempre consultar um profissional da área para verificar se essa é a terapia ideal para cada tipo de problema.

  1. Acompanhamento psicológico

A rotina frenética que muitas pessoas enfrentam tem causado um adoecimento em massa da população como um todo.

Entre os males que têm aumentado consideravelmente, estão os de ordem psicológica, como a depressão e a ansiedade: uma combinação de desequilíbrios químicos no cérebro e de uma rotina estressante tendem a fazer com que cada vez mais pessoas padeçam desses males.

Para evitar que eles se agravem e comprometam seriamente a qualidade de vida, é fundamental que os pacientes realizem um acompanhamento com profissionais da área, como psicólogos e psiquiatras.

Deste modo, será possível controlar a raiz do problema, como o estresse do trabalho ou mesmo problemas familiares, o que, por sua vez, tende a mitigar os sintomas da doença.

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