4 curiosidades sobre tratamentos médicos que você não conhecia

Não há escapatória: desde o momento em que nascemos, usufruímos de serviços e técnicas de saúde, muitos deles desenvolvidos e aprimorados constantemente há décadas.

Graças a esses avanços, a sociedade pôde obter conquistas como a redução da mortalidade materna e infantil, bem como o aumento da expectativa de vida.

Entretanto, esta técnicas não são apenas diagnósticas e farmacêuticas. Uma simples dor de cabeça, por exemplo, pode sinalizar um mal muito mais complexo.

Consequentemente, ela precisará de atenção multidisciplinar.

Mesmo assim, nem tudo é preto no branco, nem mesmo para os profissionais da área.

Afinal, o corpo humano é complexo, e há muitas coisas sobre ele que ainda não são totalmente dominadas.

É justamente por conta dos avanços na área que os tratamentos médicos muda. Confira, a seguir, algumas curiosidades interessantes a respeito deles:

Há profissionais treinados para atender atletas

O organismo de um atleta de elite é muito diferente do corpo de uma pessoa média. A alimentação especial, bem como a rotina intensa de treinos, causa efeitos como:

  • Metabolismo mais acelerado;

  • Ganho de massa muscular;

  • Maior pressão sobre os tecidos do corpo;

  • Maior risco de lesão.

Estas particularidades fizeram com que surgisse um novo segmento de especialização na medicina: a esportiva.

Como o próprio nome diz, os profissionais que atuam na área estudam os efeitos da atividade física sobre o corpo, bem como a falta dela.

Quando estes médicos se dedicam a tratar atletas de elite, seu olhar sobre o paciente é totalmente diferente.

Logo, é preciso considerar riscos diferentes em comparação ao paciente médio.

Um ortopedista esportivo, por exemplo, considerará a pesada rotina de treinos tanto ao fazer um diagnóstico quanto ao prescrever um tratamento.

Existem vários tipos de fisioterapia

A fisioterapia é uma área que busca tratar problemas cinético-funcionais no corpo humano.

Isso significa que ela se ocupa de fortalecer músculos, melhorar a flexibilidade, melhorar a capacidade respiratória, corrigir desvios posturais, entre outros.

Tudo depende da área trabalhada: na fisioterapia para coluna, por exemplo, o foco são as costas.

Por conta disso, as pessoas normalmente a associam a exercícios de alongamento e movimentos articulares.

Apesar de isto também estar incluído neste rol, a fisioterapia também inclui muitos outros tratamentos, como:

  • Crioterapia: uso de compressas frias;

  • Eletroterapia: uso de choques elétricos;

  • Fototerapia: uso de luz;

  • Hidroterapia: uso de água, quente ou fria.

Da mesma maneira, poucas pessoas sabem que a quiropraxia também é uma especialidade reconhecida pelo órgão regulador da profissão.

Por conta disso, ela é frequente e erroneamente vista como uma terapia alternativa.

Terapias alternativas podem ajudar

Isso, contudo, não quer dizer que as chamadas terapias alternativas não sejam úteis para o bem-estar e o tratamento de diferentes tipos de doenças.

Atualmente, até mesmo os próprios médicos chegam a recomendá-las, dependendo do quadro do paciente.

Um bom exemplo é a acupuntura.

Esta técnica milenar, herdada da medicina tradicional chinesa, consiste em inserir agulhas em pontos estratégicos do corpo do paciente, de modo a sanar dores e outros desconfortos.

Uma pessoa que sofra de artrose no joelho, por exemplo, pode se beneficiar da técnica para reduzir a dor causada por este mal.

Ainda assim, vale ressaltar que não se trata de uma cura, mas de um mero controle dos sintomas.

Contudo, há terapias alternativas que são recorrentemente questionadas pela ciência.

É o caso, por exemplo, da homeopatia: recentemente, pesquisadores têm se dedicado a estudá-la, e concluíram que ela, na verdade, é inócua.

Isso, por sua vez, representa grande risco ao paciente: ele pode desistir de um tratamento cuja eficácia é comprovada e depositar suas esperanças na homeopatia.

Em quase todos os casos, o resultado é um agravamento do quadro.

Por conta disso, antes de procurar por terapias alternativas, é importante conversar com um médico. Independentemente de qualquer coisa, o tratamento prescrito por ele não deve ser abandonado.

A saúde mental importa

A saúde mental é algo que tem ganhado notoriedade nos últimos anos.

Além da redução do estigma tipicamente relacionado a quem procura os serviços de psicólogos e psiquiatras, pesquisadores descobrem cada vez mais informações a respeito de seus efeitos físicos.

Já se sabe, por exemplo, que doenças mentais podem causar a chamada dor psicossomática.

Em outras palavras, por mais que não haja nada fisicamente errado com o paciente, males como a depressão e a ansiedade podem desencadear tal reação.

Muitas pessoas desistem da medicina tradicional e buscam um tratamento alternativo para enxaqueca e outros tipos e dor antes de descobrirem a verdadeira raiz do mal.

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